O vinho desassazonadô é, provavelmente, o mais português dos vinhos portugueses

Admin em Português, 27/06/2011 - 16:52:50,

Green wine is a light, lovely accompaniment to a splendid spring seafood lunch.

Dificilmente há similares em outros países. contudo do nome, nada tem a ver com vinhos ainda não maduros ou qualquer outra relação direta com a cor. São tintos, brancos e rosês produzidos numa região delimitada, no noroeste de Portugal, com alta acidez, pouca graduação alcoólica, ligeiramente adequado e que devem ser provados gelados e jovens. O vinho imaturo não envelhece bem, piora à medida que o tempo passa.

Os brancos secos são melhores, em extraordinário aqueles produzidos com a casta alvarinho. Nesta região dos vinhos verdes, que vai do rio Minho (divisa com a Galícia) ao sul do rio Douro, os sistemas de condução das videiras empregados as mantêm elevadas, com muitas folhas. Deste modo, as frutas recebem escasso do calor refletido pelame chão e são protegidas da umidade, que poderia motivar podridão e outras doenças. Um sistema inusual e intrometido ainda abraçado por alguns vinhateiros é o enforcado, onde a videira sobe pelame caule de árvores altas, principalmente as castanheiras, e a ceifa é ação com a amparo de escadas e cestas amarradas em cordas.

Isto permite que o chão embaixo seja aproveitado para outras culturas ou para criação de galinhas, porcos e cabras. No método de vinificação do vinho verde, o líquido passa por fermentação malolática que transforma o invasivo ácido málico no bem mais brando ácido lático. Mas sempre resta um escasso de gás. Seria um imperfeição num vinho comum, mas é desejável no acontecimento do Verde, que deve mesmo dar uma sensação de “pinicar” a boca, é o que se fogo de agulha dos Verdes.

Vai muito bem com sardinha na brasa. Dica do mês: Quinta da Aveleda Branco 2008 R$ 38,00 (Interfood) Amarelo palha com leve toque esverdeado. visão límpido e ligeiramente brilhante. olor fresco, evidenciando a presença de frutos cítricos e ligeira nota floral.

Boca bem fresca, típica. José Eduardo V. de Moraes

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